Sindicato dos Delegados de Polícia do Paraná

A VERDADE SOBRE O EPISÓDIO NA CORREGEDORIA

Comissão de Direitos Humanos “Irmãos Naves

Curitiba, 17 de abril de 2012

A Comissão de Direitos Humanos “Irmãos Naves”, neste ato representada por seu Coordenador Geral de Ações, Delegado de Polícia, Cláudio MARQUES Rolin e Silva, diante das inúmeras informações equivocadas, que atingem e denigrem a imagem da Polícia Judiciária como um todo, vem à público prestar os seguintes esclarecimentos:

Ao contrário do que tem sido reiteradamente informado, foi instaurado uma investigação preliminar, que é procedimento administrativo, portanto, a alegação de que a investigação preliminar seria uma farsa, uma cortina de fumaça e, que na verdade estaria em curso um inquérito policial para pedir a prisão dos Policiais que participaram da operação padrão, é uma alegação completamente leviana e irresponsável.

Também não é verdadeira a informação de que um Advogado teria se aproveitado de um momento de “descuido” por parte do Delegado Corregedor presidente do feito. Foi solicitado vistas dos autos pelo causídico, o que foi deferido não só ao requerente, como também aos Advogados da Comissão de Direitos Humanos da OAB.

A investigação preliminar visa apurar eventuais abusos praticados durante a operação, portanto, não subsiste nenhum motivo de preocupação e temor por parte dos Policiais que agiram dentro da legalidade.

A Comissão de Direitos Humanos “Irmãos Naves” reafirma seu inabalável compromisso com a verdade, e assim, oportuno registrar, que não há interferência alguma nos trabalhos realizados por esta Comissão, no que tange ao acompanhamento das investigações, bem como não há nenhuma interferência por parte dos superiores hierárquicos.

Desde o início, esta Comissão já havia detectado manobras escusas e antiéticas que visavam tão somente induzir Policiais exemplares à erro, para que estes praticassem atos impensados e violentos contra outros agentes, em uma clara demonstração de prevalência de interesses particulares.

Esta atitude eivada de irresponsabilidade, poderia ocasionar uma tragédia sem precedentes, porém tal tentativa já está sendo devidamente monitorada, pois dentre as atribuições desta Comissão, está o dever de zelar pela integridade física e mental de todos os integrantes da Polícia Judiciária.

A Comissão, através de seu Coordenador Geral de Ações, está à disposição para prestar qualquer outro esclarecimento.

Curitiba, 17 de abril de 2012.

Cláudio Marques Rolin e Silva

Coordenador Geral de Ação
Comissão de Direitos Humanos “Irmãos Naves”

 


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