Uma decisão liminar assinada pelo juiz Nereu José Giacomoli, da 3.ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, garante aos delegados Renato Bastos Figueiroa e Danilo Zarlenga Crispin o direito de atuarem no Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial (Tigre).

Devido a um incidente ocorrido na cidade de Gravataí-RS, em dezembro de 2011, onde um brigadiano militar do Rio Grande do Sul morreu em confronto com policiais do Tigre, a Justiça gaúcha havia proibido, em primeira instância, a atuação dos dois profissionais no Tigre. À época, Figueiroa era o titular do Tigre e Zarlenga seu adjunto. “Recorremos em primeira instância e não tivemos êxito. Esta semana impetramos um mandado de segurança no TJ e conseguimos começar a demonstrar a injustiça que vinha sendo feita”, explicou o advogado dos dois delegados, Marcus Vinícius Boschi.

Atualmente, Figueiroa é o titular da Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos (DFRV) e Zarlenga é o adjunto da Delegacia de Furtos Roubos (DFR). “A volta deles ou não para o Tigre é uma questão que cabe ao delegado-geral, mas o importante é que agora não há nenhum impedimento legal, demonstrando o erro cometido pela Justiça em Gravataí”, afirmou o advogado.

Segundo Boschi, a decisão de mérito da 3.ª Câmara a respeito do caso provavelmente vá ocorrer somente em 2013.

http://www.policiacivil.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=6579

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