A forma ilegal e tendenciosa de condução do “reconhecimento” do Delegado de Policia, acusado de tortura no caso Tayná, só demonstra a falta de profissionalismo, a falta de ética e a total ausência de escrúpulos por parte dos Promotores do GAECO. Agora ficou claro o enorme interesse deste órgão, em “inocentar” os verdadeiros autores do crime que estão sob proteção. Alguns integrantes da Polícia Judiciária ainda acreditam que sou demasiadamente implicante com os membros do Ministério Público, e que seria possível manter um bom relacionamento. Não há a mínima possibilidade de manter um relacionamento amistoso sem que haja respeito de ambas as partes. Por outro lado, também queremos deixar claro, que  não há interesse em qualquer aproximação com  Promotores de Justiça inescrupulosos e sem compromisso com a ética. O GAECO ao invés de recuar e reconhecer o seu erro, insiste em denegrir a pobre vítima e seus sofridos familiares. A manutenção da prisão do Delegado e dos Policiais é uma insanidade que precisa ser corrigida com URGÊNCIA.

 

Delegado Claudio Marques Rolin e Silva

Presidente em Exercício SIDEPOL

Coordenador Geral das Comissão de Direitos Humanos “Irmãos Naves”

 

Delegado Jairo Estorilio

Presidente Licenciado SIDEPOL

 

Acesse aqui o link: http://www.bandab.com.br/jornalismo/familia-de-delegado-gaeco-de-induzir-suspeitos-a-reconhecerem-acusados-de-tortura/

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