O cidadão está sendo vítima de mais um ataque promovido pelo MSL, Movimento dos Sem Limites, liderado pelos que deveriam fiscalizar o correto cumprimento das leis. Para mascarar a imoralidade, sempre repetem a mesma estratégia do “bode na sala”, pedem um valor estratosférico com a certeza de que aprovarão no futuro um valor absurdo. Uma manobra escusa para enganar o contribuinte que pagará a conta. No Rio de Janeiro, os Juízes estão pedindo o pagamento do auxílio educação em valores mais moderados que o pedido inicial. Não pensem em recorrer ao Ministério Público, pois o pedido dos Juízes se baseia na simetria com os Promotores de Justiça, fiscais da lei que já recebem o benefício. É a simetria da pouca vergonha no trato com o dinheiro público. Outros Estados deverão seguir o mesmo rito de insanidade. Posteriormente, nos Estados mais politizados, os Fiscais da Lei alegarão que o “benefício” foi aprovado pelo Conselho Nacional da Magistratura e pelo Conselho Nacional do  Ministério Público e que onze Estados já pagam o “benefício”. È a estratégia seguida passo a passo em todos os outros auxílios imorais concedidos às estas “nobres castas”. A conduta dos integrantes do MSL se assemelha em tudo a de qualquer outra organização criminosa que se dedica a assaltar os cofres públicos. Enquanto isso o contribuinte e os servidores públicos comuns pagam o alto preço da farra promovida pelos poderes e instituições que confundem autonomia financeira com direito a promover verdadeiras farras com dinheiro público. Por favor, aguardo mais uma vez ser processado pelas “Excelências”.

 

Claudio MARQUES Rolin e Silva

Delegado de Polícia do Estado do Paraná.

Coordenador Geral de Ações da Comissão de Direitos Humanos Irmãos Naves

2.º Vice Presidente da FENDEPOL

 

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