O presidente do Sindicato dos Delegados da Polícia Civil, Claudio Marques Rolim e Silva, questionou nesta terça-feira (11) o privilégio previsto em lei para promotores públicos e citou, de forma específica, o caso da promotora Leila Schimiti, presa pela Polícia Militar no sábado, 8, por dirigir embriagada em Londrina. A promotora após registro de boletim de ocorrência foi liberada pela Polícia Civil.

Para o sindicato, tanto a Polícia Civil quanto a Polícia Militar agiram de forma correta e nenhum policial favoreceu a promotora. “Surgiram muito boatos após a promotora ter sido liberada, mas infelizmente é isso que prevê a lei orgânica do Ministério Público. É um tratamento diferenciado que só agora a sociedade descobriu que existe. É um tratamento inconstitucional, pois não se pode criar leis que vão contra a Constituição Federal. Delegados, policiais, juízes e promotores devem dar exemplo, afinal todos conhecem a lei”, disse Marques Silva.