Sindicato dos Delegados de Polícia do Paraná

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O Sindicato dos Delegados de Polícia do Paraná e a Associação dos Delegados de Polícia do Paraná convocam seus associados para a realização de uma Assembleia Geral Extraordinária Conjunta, a se realizar no dia 26 de outubro (quarta-feira), às 19h30, na sede da Adepol PR (Rua Padre Agostinho, 850, Curitiba). Pedimos para chegar com 30 min de antecedência.

Nessa AGE os Delegados de Polícia debaterão e decidirão, exclusivamente, acerca do seguinte assunto:  da possibilidade de a classe entrar em greve; ou, afastada essa primeira hipótese, da possibilidade de a classe apoiar as classes policiais de base que já estão em greve, referendando, assim, o apoio já externado pelas Diretorias ADEPOL/SIDEPOL; ou da possibilidade de a classe optar por não participar nem tampouco apoiar os movimentos grevistas.

Destaque-se que o debate acerca da possibilidade de greve da classe dos Delegados de Polícia se deve  aos últimos desmandos do Governo de Estado em relação aos servidores públicos, em especial aos servidores policiais civis, que continuam em desvio de função cuidando de presos, que continuam sem as condições adequadas para o bom desempenho de seus misteres e ainda estão na iminência de levar outro calote do Governo que maneja esforços para inadimplir o pagamento legal do reajuste inflacionário da data-base (em janeiro de 2017), como tem sido noticiado na mídia.

Contamos com a presença de todos!

Após a AGE, será oferecido pela ADEPOL-PR o tradicional jantar de quartas-feiras (Favor confirmar presença até 25.10  (41) 3222-9241 / 9206-8187).

 

Ofício n°061/2016

Em Ofício de nº 061/2016, protocolado em 08 de julho de 2016, o Sindicato dos Delegados de Polícia do Paraná esclareceu ao Procurador Geral de Justiça do Estado do Paraná e aos Presidentes do Tribunal de Justiça do Estado, Assembleia Legislativa e Tribunal de Contas do Paraná, que em nenhum momento solicitou que a justa valorização da categoria ocorresse por meio de aumento de impostos sobre os cidadãos, mas sim por meio do fim da concessão de regalias aos membros do Ministério Público e demais poderes, conforme o trecho:

“Os investimentos em áreas prioritárias como segurança pública, saúde e educação, são relegados a segundo plano, pois o que importa aos fiscais da lei é a garantia dos repasses integrais, e cada vez maiores, para assegurar o pagamento de sucessivos penduricalhos e verbas retroativas. Integrantes da Polícia Judiciária e da Polícia Militar, além do risco elevado da profissão, são expostos ainda a maior risco devido ao uso de equipamentos de proteção inadequados e viaturas sem nenhuma espécie de blindagem. São também submetidos a escalas de extenuantes de trabalho, sem percepção de qualquer indenização, numa espécie de trabalho escravo “legalizado” pelos que deveriam fiscalizar adequadamente o cumprimento das leis…

Assistimos hoje no Paraná, Policiais e demais Servidores Públicos tendo os seus mais elementares direitos violados, mediante argumento de ausência de disponibilidade financeira, sendo que grande parte destes Agentes Policiais que arriscam a vida todos os dias em defesa da sociedade, percebem um salário inferior ao auxílio moradia recebido pelos fiscais da lei que contam com um salário de R$30.000,00 (trinta mil reais).

É notória a inconstitucionalidade da tabela salarial que instituiu os subsídios aos integrantes da Polícia Judiciária e Polícia Militar, pois nenhuma outra categoria que recebe por subsídios teve redução salarial mediante estabelecimento de quinquênios ou progressões: No Rio de Janeiro enquanto membros do Ministério Público recebem salários milionários, engordados com os mais inusitados penduricalhos, os Policiais ainda não receberam o salário do mês de maio.”

Para ler o ofício na íntegra, clique aqui.

 

Veja abaixo a fala do Deputado Estadual Péricles de Mello, sobre proposta de redução de gastos no Governo Estadual:


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