Sindicato dos Delegados de Polícia do Paraná

sidepol e comissao

O Sindicato dos Delegados de Polícia do Paraná e a Comissão de Direitos Humanos Irmãos Naves, no intuito de desfazer os ataques midiáticos e irresponsáveis promovidos pelo GAECO e pela promotora de Ibaiti, Dunia Serpa Rampazzo, vem a público prestar os seguintes esclarecimentos:

O Delegado Max Dias Lemos é um profissional honrado e competente e cumpriu com probidade e zelo sua missão constitucional. A Polícia Judiciária deve atuar com isenção e imparcialidade e é um dever, do Delegado de Polícia e seus Agentes, rechaçar qualquer tentativa do órgão acusador de interferir na busca da verdade.

Demonstrando imaturidade jurídica ao ser confrontada com um ato legal e fundamentado do Delegado de Polícia, a promotora Dunia Serpa Rampazzo adotou o comportamento de uma deusa de personalidade doentia, que não admite ser contrariada em seus devaneios investigatórios. Para satisfazer seu desejo de vingança, violou a Constituição Federal, induziu o magistrado à erro e denegriu a imagem da Polícia Judiciária.

O Ministério Público não é um oásis de moralidade, razão pela qual desafiamos o Procurador Geral de Justiça a abrir ao conhecimento público as decisões de sua corregedoria, que é uma das mais inertes, ineficientes e corporativista dentre todas as demais instituições brasileiras.

Ao não afastar os promotores Renato de Lima Castro, Jorge Barreto da Costa e Leonir Batisti tentam, por todos os meios, dificultar os trabalhos da Comissão que visa esclarecer a maior fraude processual em matéria de delito de trânsito com morte, no que ficou conhecido como Caso João Marcos e que envolve o Procurador Leonir Batisti (Clique aqui para acessar o ofício).

No mesmo sentido, tenta dificultar a apuração dos abusos praticados no âmbito da Operação Publicano, que já vem despontando como uma das maiores fraudes processuais da história em matéria de investigação criminal. Essa investigação é utilizada apenas para intimidar o chefe do Poder Executivo, para evitar que este corrija os repasses milionários e inconstitucionais que garantem a farra do “auxílioduto” e das verbas retroativas no âmbito do MP.

Vendo que a Operação Publicano está ruindo, passaram a tentar intimidar o Secretário da Fazenda e os técnicos do Orçamento do Estado instaurando um inquérito civil com claro desvio de finalidade, pois visa apenas fortalecer os mecanismos que dão sustentação à corrupção jurídica (Clique aqui para acessar a portaria).

 

Não recuaremos em nossas ações em defesa da sociedade, da legalidade, da verdade e da justiça.

 

Marques – Claudio Marques Rolin e Silva

Delegado de Polícia, Coordenador Geral de Ações da C.D.H. Irmãos Naves e Presidente do SIDEPOL/PR.


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