Sindicato dos Delegados de Polícia do Paraná

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Nesta terça-feira (23), ocorreu a formatura da primeira turma de pós-graduação e extensão em Atendimento Pré-Hospitalar Policial, uma iniciativa da Escola Superior de Polícia Civil, com o apoio do Tático Integrado Grupo de Repressão Especial (TIGRE). Na solenidade de encerramento, estiveram presentes os mais de 40 formandos, familiares, membros da Polícia Judiciária, da ESPC, TIGRE e outros.

O Dr. Sebastião Ramos dos Santos Neto, diretor da ESPC, ressaltou o ineditismo do curso, pioneiro no Brasil, e sua relevância. “Não basta o policial ter a arma e demais equipamentos de enfrentamento, é necessário o conhecimento médico para a prestação de atendimento em casos urgentes, nos quais tal conhecimento é determinante para assegurar a vida do policial”, declarou Santos Neto.

De acordo com o investigador Vladimir Luis de Oliveira, coordenador de pós-graduação da ESPC, o curso “uniu técnicas do TIGRE com outras atividades que já estavam acontecendo em extensões diversas, agregando assim valor e demandando um trabalho ainda mais intenso dos realizadores”.

Coordenador e um dos idealizadores do curso de APH Policial, o Dr. Sérgio Maniglia, investigador e médico, falou sobre a urgência de não se perder mais policiais em confronto por falta de conhecimento. “A ideia do curso foi justamente formar replicadores dessa matéria nas unidades de origem, com o objetivo de preservar vidas de policiais no Brasil inteiro”, Maniglia contou ainda que participaram do curso agentes de 16 estados brasileiros.

O presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia do Paraná, Dr. Cláudio Marques Rolin e Silva, foi um dos formandos da pós-graduação em APH Policial. Para ele, o curso vem de encontro com o Plano Orientador Nacional – Planejamento Estratégico das Polícias Judiciárias, por capacitar policiais para exercer a função de socorrista, contribuindo assim para a diminuição dos índices de policiais mortos e/ou feridos em operações policiais. Além disso, Marques louvou a iniciativa por ser uma medida de prevenção, e não reativa, visto que é função da Polícia Judiciária estar preparada para qualquer cenário de atuação.

O curso contou com a participação de policiais federais, policiais rodoviários federais, agentes penitenciários, policiais militares e membros da polícia judiciária.


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